Comunicado de Imprensa

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Diante dos últimos acontecimentos, queremos deixar claro que a StylePress repudia veementemente todo e qualquer tipo de violência.

No caso do lamentável episódio de agressão do influencer contra a namorada, ressaltamos que tal comportamento não representa, de forma alguma, o posicionamento e o respeito da StylePress e StyleMedia ao público. Diante disso, informamos que o influencer Matielo Schulz (@matieloschulz) foi imediatamente desligado de nossa agência.

Queremos também agradecer a todos os nossos colaboradores por ajudarem a construir uma empresa cada dia mais forte e plural.
A StylePress reitera seus valores de respeito às mulheres, presta solidariedade a todas as vítimas de violência e orienta que denunciem todo e qualquer episódio vivido ou presenciado pelo número 180.

ATUALIZAÇÃO 04/07/2022

Diante de novos acontecimentos, gostaríamos de deixar claro que Matielo Schulz (@matieloschulz) foi desligado da StylePress Agency e StyleMedia Agency desde o dia 1 de abril de 2022 e não pode usar o nome de qualquer colaborador ou das agências para qualquer tipo de trabalho, parceria ou divulgação.
Pedimos que denunciem o uso indevido de qualquer comunicação em nosso nome ou de nossos colaboradores. Tomaremos as medidas cabíveis.
Nosso contato é feito apenas pelos meios oficiais: nossos e-mails (divulgados em nosso site), pelo nosso perfil no Instagram (@stylepressagency e @stylemediaagency) e pelo nosso WhatsApp 21 99788-7290.

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Saiba o que é uma “figura pública” e o termo correto que você deve usar.

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Uma figura pública é uma pessoa, como um político, um líder religioso e até uma personalidade, que é conhecida tanto no online quanto no offline, ou seja, em todas as mídias, além de ter uma grande influência e, portanto, geralmente é de uma grande preocupação para o público, e está intimamente relacionado aos interesses públicos da sociedade.

Acima a família real britânica

O precedente controlador nos EUA foi estabelecido em 1964 pelo Supremo Tribunal no New York Times, que é considerada uma decisão-chave no apoio à Primeira Emenda e à liberdade de imprensa .

É necessário um patamar bastante alto de atividade pública para elevar uma pessoa ao status de figura pública. Normalmente são:

– uma figura pública , um funcionário público ou qualquer outra pessoa envolvida em assuntos públicos, ou uma “figura pública involuntária” como resultado da publicidade, mesmo que ela não queira ou chame a atenção do público. Por exemplo, pessoas acusadas de crimes de conhecimento mundial ou celebridades internacionais.

Barack Obama e Michelle Obama
Pope Francis praises China's efforts to contain coronavirus | Reuters
Papa Francisco / REUTERS

Exemplos de figuras públicas:

O Papa, Barack Obama, políticos em geral, Elvis Presley (quem não conhece o rei do rock?), Gisele Bündchen, Pelé, as Kardashians/Jenners, a família Real, entre outros.

Acima a foto das estátuas da família Kardashian/Jenner no museu de cera Madame Tussauds em Nova York.

 

Acima a foto das famílias Kardashian/Jenner

Quer saber se alguém é uma figura pública? Simples, se a resposta for sim para todas as perguntas abaixo essa pessoa com certeza é uma figura pública.

1- A pessoa é conhecida tanto no online (Internet em geral) quanto no offline (rádio, jornal, TV, revistas, etc)?
2- É conhecida internacionalmente?
3- É de conhecimento de mais de uma geração (é uma pessoa conhecida desde a sua avó quanto o seu primo de 10 anos)?
4- Tem grande apelo público (um patamar alto de fama) como um presidente ou uma celebridade internacional?

Agora, se você é conhecido apenas na Internet você não é uma figura pública, para saber qual categoria você se encaixa primeiro responda o que você faz. Se é um jornalista coloque jornalista, se produz conteúdo para as mídias sociais coloque produtor/criador de conteúdo, se escreve para um blog pode colocar blogueiro, se é um artista (canta, dança, pinta, etc) coloque artista, se é ator coloque ator. Em hipótese alguma se intitule como influenciador digital, número de seguidores alto não significa que você influencia alguém, influenciador também não é uma categoria, coloque sempre o que você faz.

Gente que vira marca: o que aprender com o marketing das celebridades.

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Novos rostos aparecem nos tabloides toda semana, mas a maioria cai no esquecimento.
Aqui desvendamos o segredo de marketing dos que aproveitam a fama e permanecem em evidência.

Você já ouviu falar em uma moça chamada Kim Kardashian? Não? Pois está na hora de conhecê-la. “Por quê?” – talvez você pergunte. Para começar, de acordo com a Forbes, no período de junho de 2012 a junho de 2013, 15 milhões de dólares líquidos se somaram à sua fortuna, que já passa dos 50 milhões. A fonte de sua renda são reality shows sobre sua vida, produtos desenvolvidos com seu nome, além de anúncios com grandes marcas internacionais. Juntamente com suas irmãs, ela tem uma rede de lojas de roupas e acessórios chamada Dash, com unidades em Miami, Los Angeles e Nova York. As irmãs Kardashian desenvolveram ainda perfumes, linhas de roupa para grandes lojas de departamento e maquiagem para drogarias. O império (e patrimônio) da família só aumenta e se consolida.

Kim Kardashian em tapete vermelho do prêmio Emmy, em Los Angeles.

A construção de uma marca pessoal, e no caso citado acima, familiar, é um processo delicado e complicado. Isto porque criar um negócio em cima de uma personalidade real, e não inventada especificamente para representar um produto ou empresa, joga com a privacidade e cotidiano da vida de alguém. Não é fácil se expor dessa forma. Celebridades que não ficaram conhecidas por sua profissão, mas se fizeram simplesmente por saber aproveitar os 15 minutos de fama são ainda mais intrigantes nesse sentido. Grazi Massafera e Sabrina Sato, por exemplo, levam o título infame de ex-bbb’s, mas souberam escapar do eventual esquecimento, transformando carisma em dinheiro.

Na terra do Tio Sam, a cultura das celebridades é ainda mais forte e comum: famílias inteiras – como os Kardashians – ganham fama por serem um pouco fora do convencional, estarem envolvidas com pessoas famosas ou por qualquer outro motivo aparentemente irrelevante. Inúmeros reality shows e a hiperexposição que eles proporcionam transformam pessoas quaisquer em celebridades da noite para o dia, especialmente com a ajuda das redes sociais. O que faz algumas delas permanecerem em evidência, enquanto a maioria cai no esquecimento, é o x da questão. Conhecer essa resposta pode mudar a forma como vemos e fazemos Marketing.

De personal stylist a realeza de Hollywood

Kim Kardashian era só mais um rosto bonito em Holywood. Trabavalha como stylist de alguns famosos, e era amiga de Paris Hilton, herdeira dos hotéis Hilton. O que colocou seu nome no mapa foi um vídeo íntimo de relações sexuais com seu ex-marido que vazou na internet em 2007. Apesar do estresse e transtornos vindos do fato, Kim conseguiu transformar a má fama em oportunidade de negócios. Sua família assinou um contrato para um reality show no canal E! naquele mesmo ano, e a partir dali ganharam visibilidade.

Keeping Up With the Kardashians” (em tradução livre, “Acompanhando os Kardashians”), que já está no ar há sete anos, virou um hit, dando origem a outros programas de televisão sobre a vida deles. Desde então, a fama do clã, especialmente a de Kim, cresceu exorbitantemente, tornando a família uma das mais ricas e proeminentes do mundo das celebridades.

Onde o marketing entra nessa história toda? Hoje o nome Kardashian significa luxo internacionalmente, mas nem sempre foi assim. Foi um trabalho de construção de marca, de branding. A exposição da família no programa gerou fãs e não clientes, e o engajamento dos primeiros é sempre muito maior. “Os fãs são os consumidores mais fiéis, por isso é importante encantá-los, dar a eles possibilidades diferenciadas, permitir o contato mais próximo dele com o ídolo, fornecer informações em primeira mão… É como criar um programa de fidelização para um produto ou serviço, por exemplo, tomando todo o cuidado para que se possa angariar novos fãs”, afirma Karla Ikeda, pós-graduada em marketing e autora do e-book Profissão: famoso – como gerenciar imagens de sucesso.

Um ponto-chave da ascensão é, portanto, o sentimento de identificação que os Kardashians causam nas pessoas. O consumidor, que é na verdade fã, não compra produtos Kardashian ou endossados pela família porque eles são de boa qualidade ou suprem as suas necessidades, simplesmente, mas porque eles remetem a modelos fashion e de lifestyle que soam mágicos, mas ainda assim autênticos, alcançáveis. “Uma mulher que compra roupas da Kardashian Kollection não está comprando um vestido, mas a chance de parecer e se sentir uma Kardashian”, diz Meredith Coburn, professora de marketing na DePaul University em Chicago.

A interatividade e exposição são outros fatores decisivos para o sucesso. Kim Kardashian sabe manter os fãs entretidos e interessados nela, usando esses aspectos. Sua página oficial no Facebook tem mais de 20 milhões de curtidas, e os seguidores da socialite no Twitter também passam desse número. As redes sociais possibilitam a aproximação com os admiradores, funcionando também como plataforma para sua imagem comercial. Se ela posta no instagram uma foto usando o mais novo look da sua coleção de roupas, meninas do mundo inteiro imediatamente procuram saber onde comprá-lo. A imagem de vida vendida através de redes sociais é atrativa para mulheres, que desejam imitá-la, e para homens, que desejam alguém como ela. O que há de tão sedutor na vida de Kim?

O segredo do sucesso

Celebridades são como empresas, e suas próprias imagens são a marca que vendem. As que alcançam o sucesso e permanecem em posição privilegiada, o fazem graças a alguns elementos específicos, portanto. “Manter-se em evidência acaba sendo uma consequência de três pilares básicos: talento, carisma e um bom gerenciamento de carreira (…). Se falta uma desses elementos, o artista não se sustenta ou, ainda que mantenha-se na mídia por meio de hiperexposição, sua imagem acaba não sendo tão bem vista”, afirma Ikeda.

Como já falado, a identificação é outro fator essencial na construção de uma imagem de sucesso. Por isso tantas celebridades e artistas são utilizados em campanhas publicitárias, o que, de fato, traz benefícios para ambos os lados. “A principal vantagem em associar uma marca a uma celebridade é a possibilidade de usufruir de seu brilho e credibilidade (ou admiração) junto ao público para alavancar a venda de produtos e serviços”, aponta Ikeda. É o que acontece também com o jogador de futebol Neymar Jr, um fenônemo do marketing nos últimos anos. Sua imagem agrega verdade aos produtos e marcas que ele representa, por despertar nas pessoas um sentimento de empatia.

Como aplicar em outros tipos de negócios, então, os princípios usados por pessoas que transformaram seus nomes em marcas? Meredith Coburn resume em alguns passos: abrace o branding, desenvolvendo sua marca e a forma como as pessoas a enxergam; concentre-se na mensagem – qualquer que seja o assunto, Kim Kardashian se manifesta, ela é parte da “conversa”. Mantenha-se ativo nas redes sociais, interagindo com os fãs, dando informações importantes, pedindo opinião deles. Kim não só posta fotos dos seus trabalhos como modelos ou dos seus looks na web, mas faz perguntas e pede feedback de seus seguidores, o que gera engajamento.

Por fim, abuse da criatividade e renove-se sempre. Quando os fãs menos esperam, Kim Kardashian anuncia um novo projeto, algo diferente, que empolgue seus admiradores e parceiros de negócios. Por causa desse hábito, somado às estratégias de marketing, o que começou com um reality show e uma loja de roupas, se transformou em um império internacional de mais 50 milhões de dólares.

Por Marcela Agra

A morte de uma rede social. O que isso representa para sua empresa?

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Há 10 anos nascia o Orkut, a rede que já foi a mais acessada pelos brasileiros. E como todo canal de sucesso, diversas empresas investiram nela, desde anúncios até a compra de comunidades inteiras, como por exemplo a “Eu odeio acordar cedo”, que tinha 6 milhões de usuários. Até então o Orkut respirava por aparelhos, mais parecendo uma cidade fantasma desabitada. Até que desligaram tudo. No dia 30 de setembro, é o dia oficial da morte do Orkut. Parte das informações do site serão deletadas enquanto outra parte permanecerá disponível para toda a internet.

O que a morte oficial do Orkut pode nos ensinar sobre o investimento em mídias sociais?

O que sua empresa precisa fazer para evitar ser “pega de surpresa” quando uma rede social deixa de ser a bola da vez?

É claro que uma rede social não desaparece do dia para a noite. Mas uma boa estratégia de rede social não fica só a mercê de um software do qual você não tem controle. Confira passos para uma estratégia de sucesso – e blindada contra modismos.

1) Estratégia completa de redes sociais

Sabia que a rede social mais antiga do mundo foi inventada em Roma? Pois é, rede social não é sinônimo de Facebook – nem mesmo de computador. É uma rede de relacionamento que pode ser integrada a seu site, seu SAC, o espaço físico de sua loja.  Pode-se focar também em outras redes mais específicas, como Pinterest, Linkedin, que façam sentido para seu cliente. É preciso enxergar além do polegarzinho para cima azul.

2) Convergência para outros canais

Sua base de dados não pode ficar somente no software de um terceiro, você precisa atrair seus seguidores para seu mailing, para um cadastro que você possa armazenar. Existem estratégias como “landing pages”, marketing de conteúdo, promoções, entre outros, que podem gerar este database.

3) Medição de resultados

Acompanhar o quanto cada rede social está gerando de cadastros, e o quanto estes cadastros estão revertendo no resultado desejado (vendas, contatos, orçamentos) é parte essencial do processo. E também a forma de medir o quanto uma ou outra rede social está dando de retorno.

4) Acompanhamento de tendências

Apareceu outra rede social? Os usuários estão migrando para outros meios? A Facebook está exigindo mais investimento para gerar o mesmo retorno? É preciso ficar ligado em tudo e comparar com os resultados do item 3 para antecipar as próximas ações a serem feitas – e recomeçar o ciclo com novo planejamento, de acordo com o item 1. Fica a dica – que tal acompanhar nosso blog? Filtramos e analisamos estas tendências para você! 😉

Concluindo: Uma boa estratégia prevê a hora de entrar, aproveitar a onda e a hora de sair de uma rede social, antes mesmo dela naufragar. Sem deixar de levar com você os usuários conquistados.

Tudo o que Kim Kardashian toca “vira ouro”.

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Tudo o que Kim Kardashian toca “vira ouro” e você precisa entender por quê.

Parceria da empresária com a C&A prova mais uma vez o sucesso está em uma marca bem construída.

Quando Kim Kardashian veio ao Brasil para lançar sua coleção feita em parceria com a C&A. Em apenas 24 horas passadas em terras tupiniquins, a moça fez voar das araras as peças que entraram em pré-venda em uma loja física de São Paulo e no e-commerce da rede. Fãs lutaram para vê-la. Blogueiras disputaram 10 segundos de troca de conversa e um selfie com a empresária. A imprensa e a indústria de moda brasileiras passaram o dia em frenesi. Mais importante, os produtos da parceria se esgotaram rapidamente. Por que isso aconteceu? O furacão Kardashian não é obra do acaso.

O nome Kim Kardashian é polêmica na certa. As pessoas em geral parecem não entender o que essa estrela de reality show, considerada muitas vezes fútil pela opinião pública, tem a ensinar sobre administração. Se você não sabe do que estou falando ou nunca nem ouviu o nome de Kim, leia esse meu artigo, que conta um pouco sobre seu caminho de menina comum a marca global.

Em poucas palavras, Kim era só mais um rostinho bonito que transitava pelas baladas de Hollywood, até que os contatos certos somados a um vídeo de sexo vazando na internet lhe tiraram do anonimato. O que a levou ao patamar de uber celebridade, porém, foi como ela e sua família lidaram com a situação: agarraram a fama repentina e a transformaram em oportunidade de negócios.

Depois do vazamento do vídeo, as Kardashians assinaram um reality show no canal E!, e usaram o programa como plataforma de marketing para suas lojas de roupas e outros empreendimentos. Hoje, 10 temporadas depois, a família acumula mais cinco programas de televisão, várias unidades de suas lojas de roupas Dash, linhas de cosméticos, perfumes, e coleções de roupas especiais feitas para várias marcas diferentes.

A mais recente dessas parcerias de moda foi justamente a “Kim Kardashian West para C&A”. A empresária, que é casada com o produtor e rapper Kanye West, colaborou com uma coleção cápsula especial para o dia dos namorados, baseada em seu estilo. Não por acaso, a linha foi e ainda está sendo um sucesso. Mais da metade dos produtos estão esgotados no e-commerce da C&A.

Esse caso exemplifica um fato facilmente identificado ao analisar os negócios de Kim Kardashian: tudo o que ela toca “vira ouro”. Para isso existem razões relacionadas à administração, com as quais precisamos aprender. Vejamos algumas:

Branding importa

A palavra que deve vir à mente do empreendedor ao ouvir “Kardashian” é branding. Enquanto pessoa pública, Kim é a sua própria marca, e o que ela vende é a imagem de si mesma e de sua vida, que construiu ao longo dos anos. No caso da C&A, a coleção de roupas condiz com o estilo vendido por Kim nas redes sociais. Esse alinhamento do produto à marca é essencial para que o consumidor, que nesse caso é também fã e seguidor, sinta vontade de adquirir o que está sendo oferecido. A ideia é que ao comprar roupas comparáveis às de Kim em estilo, algo de sua sensualidade, glamour e senso fashion também podem ser capturados e reproduzidos.

Parcerias certeiras

Falando em branding…Uma empresa que quer se tornar parceira porque entende sua marca é um passo importante para o sucesso. Em negócios, não adianta se aliar a alguém que quer uma coisa diferente do que você oferece. Kim sabia que a coleção teria que ser a sua cara para vender bem. A C&A acertou ao entender isso. Outro ponto acertado foi o preço das peças. Tudo em conta, casando com a característica fast fashion da loja. A parceria uniu o melhor de dois mundos: glamour Kardashian a preço acessível. Méritos a Mrs. Kardashian West por saber escolher seus parceiros.

Engajamento é chave

Kim sabe disso. Ela poderia não ter vindo ao Brasil para lançar a coleção, por exemplo, mas veio, ainda que só por um dia. Um dos grandes trunfos da “rainha das selfies” é gerar engajamento das pessoas com sua marca. Para divulgar a coleção da C&A, por exemplo, a empresária participou de um dia de eventos que começou com a coletiva de imprensa e terminou com a apresentação das peças. Ela encontrou, conversou e fez selfies com fãs, blogueiras e personalidades brasileiras como Valeska Popozuda. Além disso, em seu Instagram, documentou os momentos mais especiais no Brasil, como a surpresa feita por seu marido ao enviar duas mil rosas para seu quarto no hotel em São Paulo. Manter um laço com os fãs é estratégico para Kim. E para qualquer empresa ou marca.

Hashtag é o novo marketing

Twitter, Facebook, Instagram, Snapchat. Cada momento da passagem de Kim pelo Brasil foi compartilhada nas redes. A C&A criou um hot site especialmente para quem não pôde ir ao evento conseguir acompanhar todos os passos da moça, atualizando as informações conforme ela fosse marcada em postagens nas redes sociais e através de hashtags relacionadas. Quase não foi preciso gastar com publicidade, ao menos inicialmente. A internet fez esse trabalho. Blogueiras e fãs presentes no lançamento naturalmente se encarregaram de espalhar imagens das peças e de Kim pelo Instagram, gerando o sentimento de antecipação em quem ainda teria que esperar 10 dias para a coleção chegar nas lojas. Resultado: filas de espera no Brasil inteiro no dia do lançamento nacional. Jogada de mestre.

Via Marcela Agra.